Amor: Relacionamentos amorosos são proibidos no IEMA, em Avlaize e em todo o mundo onde se situa a história, o que não quer dizer que eles não existam, principalmente entre os alunos, pois poucos querem permanecer em Avlaize após o sétimo ano. Mas mesmo fora do colégio os sentimentos humanos pregam peças, assim, existem os “filhos da terra” em oposição aos “filhos da Terra” e vivendo às margens da sociedade criada para ser perfeita. Os “filhos da Terra” reconhecem que falharam nesse aspecto. O equilíbrio, palavra-chave para a superioridade foi extremamente abalado nesse caso.
Amizade: No IEMA, as amizades são inicialmente forçadas pelo trabalho dos doze, mas isso não significa que elas não sejam fruto da relação entre as pessoas, mesmo porque, em Avlaize, dá-se valor ao companheirismo e não à amizade em si.
Fraternidade: No livro, a família ganha importância no livro justamente pela sua falta. Acontece, entretanto, que irmãos podem vir a serem escolhidos, o que acontece com uma certa freqüência, devido ao modo como os doze trabalham. Existem, entretanto, casos curiosos como o dos irmãos Cuttmi, pois os três (Bruna, Cadu e Jonatas) são completamente diferentes. A questão dos irmãos ganha importância, pois eles não serão meros colegas dentro do IEMA e nem ao menos amigos, mas simplesmente irmãos.
Chaves: Elas são a razão da existência da história. Representam o passado, o presente e o futuro e foram criadas por Rumolo há muito tempo por motivos desconhecidos. Durante muito tempo a história das três chaves foi considerada uma mera lenda. Elas não apresentam caráter bom nem ruim, mas seus portadores devem ter diversos pré-requisitos, afinal, são objetos muito poderosos. As três juntas abrem um baú capaz de dar a resposta para qualquer (qualquer mesmo) pergunta.
Outros pontos: Foi postada a lista dos doze originais de cada localidade, muitos deles não terão grande importância na história, mas alguns serão novamente citados e em breve, pois ando com interesse em desenvolver melhor certos backgrounds. Quanto aos uniformes, bom, eu vi alguns esboços da senhorita Kei-Chan, mas nada definitivo ainda. O casaco que ela me mostrou é perfeito! Já a história paralela (da Julia) vem mais parada que o próprio livro em si (se é que isso á possível), mas um dia eu voltarei a trabalhar nela.
Desafio: Isso já foi comentado com algumas pessoas, mas nunca entrou no blog. A questão é que eu ainda não deixei claro quem são o terceiro portador e o grande vilão da história, pois decidi esperar alguém descobrir. Asseguro que ambos já fizeram suas devidas aparições no blog.
Amizade: No IEMA, as amizades são inicialmente forçadas pelo trabalho dos doze, mas isso não significa que elas não sejam fruto da relação entre as pessoas, mesmo porque, em Avlaize, dá-se valor ao companheirismo e não à amizade em si.
Fraternidade: No livro, a família ganha importância no livro justamente pela sua falta. Acontece, entretanto, que irmãos podem vir a serem escolhidos, o que acontece com uma certa freqüência, devido ao modo como os doze trabalham. Existem, entretanto, casos curiosos como o dos irmãos Cuttmi, pois os três (Bruna, Cadu e Jonatas) são completamente diferentes. A questão dos irmãos ganha importância, pois eles não serão meros colegas dentro do IEMA e nem ao menos amigos, mas simplesmente irmãos.
Chaves: Elas são a razão da existência da história. Representam o passado, o presente e o futuro e foram criadas por Rumolo há muito tempo por motivos desconhecidos. Durante muito tempo a história das três chaves foi considerada uma mera lenda. Elas não apresentam caráter bom nem ruim, mas seus portadores devem ter diversos pré-requisitos, afinal, são objetos muito poderosos. As três juntas abrem um baú capaz de dar a resposta para qualquer (qualquer mesmo) pergunta.
Outros pontos: Foi postada a lista dos doze originais de cada localidade, muitos deles não terão grande importância na história, mas alguns serão novamente citados e em breve, pois ando com interesse em desenvolver melhor certos backgrounds. Quanto aos uniformes, bom, eu vi alguns esboços da senhorita Kei-Chan, mas nada definitivo ainda. O casaco que ela me mostrou é perfeito! Já a história paralela (da Julia) vem mais parada que o próprio livro em si (se é que isso á possível), mas um dia eu voltarei a trabalhar nela.
Desafio: Isso já foi comentado com algumas pessoas, mas nunca entrou no blog. A questão é que eu ainda não deixei claro quem são o terceiro portador e o grande vilão da história, pois decidi esperar alguém descobrir. Asseguro que ambos já fizeram suas devidas aparições no blog.